Revoluções

“As repúblicas existem em grande número nos jovens civis que acreditam que as leis fazem a cidade. Para eles, graves modificações da política, dos modos de vida e trabalho da população, do comércio, da educação e da religião podem ser feitas e desfeitas por meio do voto. Leia o resto deste post »
A nova arquitetura financeira global
Ao final do período de significativa expansão da economia mundial, que se seguiu às crises da década de 1990 e do início da década de 2000, os países emergentes haviam conseguido aumentar consideravelmente sua importância na cena econômica internacional. Segundo a Cepal, no período que vai de 2003 a 2008, o PIB dos países do Terceiro Mundo cresceu cinco vezes mais que o dos países do Primeiro Mundo. Isso se deve, em grande medida, ao processo de globalização econômica. É graças a ela que muitas empresas, em busca de mão-de-obra barata, vêm, desde o fim da Guerra Fria, acelerando o deslocamento, dos países do Primeiro Mundo para os do Terceito Mundo, de grandes aparatos produtivos e prestadores de serviços. O afluxo de investimentos externos diretos beneficiou vários países emergentes, como China e Índia. Além disso, o acentuado crescimento da economia mundial, no período em tela, elevou o preço das commodities, favorecendo o crescimento econômico de países exportadores desses bens, como Brasil e Rússia.
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Sobre política

Nesses anos de mocidade a que me estou referindo, a política era, de certo, para mim uma forte excitação;
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Democracia, autoritarismo e direitos humanos

Os direitos humanos podem ser definidos como aqueles necessários à defesa da dignidade inerente à condição de ser humano. Como a sociedade humana é diversa, essa definição pode comportar variações significativas no tempo e no espaço. Não é possível, porém, conceber que pessoas de sociedades diferentes possam estar sujeitas a garantias diferentes, ou que o advento de novos governos possam alterar o conjunto dessas garantias, em um dado país. Além disso, considerando os abusos estatais do passado, tais garantias devem incluir a limitação do poder do Estado sobre os indivíduos. Desse modo, os direitos humanos assumem características que os diferenciam dos demais direitos, como a universalidade, a indivisibilidade e o fato de serem direitos exigíveis frente ao Estado.
De volta do mundo de Charles Dickens

As ligações dos grandes países em desenvolvimento com os fluxos de comércio internacionais são variadas e desiguais. Em cidades como Mumbai, o capitalismo financeiro do século XXI e a produção artesanal de quinquilharias para exportação são exemplos extremos dessa variedade de conexões da economia indiana com a economia mundial.
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Museu contou a história dos robôs
Em 2007, o Museu da Comunicação de Berlim dedicou uma mostra especial à história dos robôs. O aspecto mais interessante da exposição foi que, ao contrário das feiras e eventos técnicos e científicos, ela teve foco maior na evolução da visão que as pessoas comuns têm dessas máquinas. As fotos a seguir ilustram um pouco desse desenvolvimento.
Robos domesticos, a estratégia da Coreia
A visão de um mundo repleto de robôs pode se materializar em pouco tempo, ao menos, no que depender da vontade do governo da Coréia do Sul. Cientes de que a pesquisa de robôs industriais e militares é dominada por Estados Unidos, pelo Japão e pela Alemanha, os coreanos investem pesado em robôs domésticos, capazes de exercer uma miríade de funções, como limpeza, vigilância e entretenimento. Para atingir o objetivo de colocar um robô em cada lar sul-coreano até 2020, governo e empresas trabalham em conjunto para criar produtos que unam funcionalidade a baixo custo.
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Saltando o fosso digital
Muitos pensadores, das mais variadas áreas, apontam a tecnologia como um novo fator de exclusão social, diferenciando os “ricos em informação” dos “pobres em informação”. Eles alertam para os riscos do aumento do chamado digital divide, termo em inglês que serve de nome para a separação entre aqueles que têm acesso efetivo às facilidades da tecnologia da informação e aqueles que têm pouco ou nenhum acesso a esses recursos.
Afinal, queremos mesmo um futuro sem capitalismo?
Na América Latina, assiste-se atualmente a um rápido avanço da retórica anticapitalista. Países como Venezuela, Bolívia e Equador estão em franco processo de institucionalização de regimes antiliberais, adotando Constituições de fortes tons marxistas. No Brasil, intelectuais argumentam que o capitalismo é um sistema naturalmente excludente, que, mesmo quando permite sucesso econômico, falha em promover a igualdade social. As críticas são ilustradas por afirmações que ressaltam problemas comuns aos vários países da região, como a excessiva concentração de renda. Mas, será que os problemas levantados são fruto do sistema capitalista?
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